quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Pensar dói?
"Em texto publicado no New York Times, Neal Gabler, da Universidade do Sul da Califórnia, argumenta que vivemos em uma sociedade na qual ter informações tornou-se mais importante do que pensar: uma era pós-ideias. Gabler é o autor, entre outras obras, de Vida, o Filme (Companhia das Letras), no qual afirma que, durante décadas de bombardeio pelos meios de comunicação, a distinção entre ficção e realidade foi sendo abolida. O livro tem o significativo subtítulo: Como o entretenimento conquistou a realidade.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Sobre o mito da caverna de Platão
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Sobre ser homem
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Estranho no “paraíso” II
sábado, 3 de setembro de 2011
Conversa de ônibus
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Ele Faz Arco-Íris
quinta-feira, 28 de abril de 2011
As cotas raciais - Solução baseada na falsa compaixão
terça-feira, 29 de março de 2011
O Trabalho e a Exploração
terça-feira, 22 de março de 2011
Estranho no “paraíso”
domingo, 13 de março de 2011
Iceberg
sábado, 4 de dezembro de 2010
Vamos Fingir
São tantas mentiras contadas, que fingimos acreditar em todas, pois senão somos privados de viver.
domingo, 24 de outubro de 2010
Mundo - cão
A televisão no domingo sempre foi um problema dos grandes nos canais abertos, pegar o controle para ficar trocando de canal é inviável, afinal com menos de um minuto acabaria a “alegria”. Tempos atrás fiquei assim em frente ao televisor, trocava de canal sem saber o que buscar, momentos depois me pegava assistindo TV Balcão. O cúmulo dos cúmulos, talvez não se levar em conta o que virá a seguir.
Principalmente nas tardes domingueiras é crescente a exploração de fatores anormais, se alguém sofre com anomalias é extremamente alto, ou baixo. Sem contar os muitos outros defeitos que ao invés de ser ajudado a reverter, ou auxilio no que for preciso, todos ficam a expor fazendo cara de “coitado” ou mesmo riem das desgraças alheia, fazendo chacota e utilizam termos humilhantes e Apelativos.
“Ele tem de fazer xixi na ponta dos pés”. – Deve ter sido agradabilíssimo para o anão ter ouvido um comentário ridículo igual esse proferido por uma repórter da Record.
O exemplo dado se refere à Record, com isso não digo que ela é a pior de todas nem a melhor, o nível é baixíssimo. Você pode ver isso logo mais com os imperdoáveis do Pânico na TV, vou dispensar qualquer comentário me limitando a deixar apenas uma frase já conhecida por muitos. “Ah, moleque.” Isso sem contar o lado apelativo da nudez, e dos bons costumes corrompido sem nenhuma restrição.
[Imagem meramente ilustrativa, sobre os programas supracitados - Logicamente existem piores, o que é difícil acreditar.]
Nós adoramos esse mundo-cão, adoramos achar graça nas desgraças das pessoas. Ao que Gessinger escreveu: “... Tudo isso já faz parte da rotina e a rotina já faz parte de você.” Não raro falamos aqui sobre temas de reflexão, contudo nada adianta se não nos dispomos a mudar.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Sobre Chaves e seus ensinamentos
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Profissões Perigosas
Assim definiu um dos trabalhadores, após comentar sobre um acidente de seu colega de trabalho, que caiu do quinto andar, por motivo de “forças maiores” sobreviveu.
Já que falamos de Hollywood e até citamos a categoria filme, me veio a lembranças dos dublês. Eles, os verdadeiros responsáveis por aquela realidade toda em determinados filmes de ação, e não aquele ator ou aquela atriz lindos (seguindo o que se vende como bonito e feio) que ganham os status por tudo. Embora, hoje tenhamos ciências de que eles nunca põem a mão nesse tipo de massa.
O dublê entrevistado afirmou ser taxado de doido, porém disse gostar da profissão, aproveitou para dar ênfase ao profissionalismo de sua equipe afirmando confiar neles. Achei razoável, pois não vejo outro por quê. Ninguém, absolutamente ninguém ariscaria a vida fazendo um trabalho que desgostasse e inseguro ao menos que fosse a única saída.
O outro trabalho que irei comentar é dos limpadores de janela, pessoas honradas que se ariscam fazendo rapel nos prédio das grandes metrópoles. Foi de um profissional desse ramo que saiu a frase descrita no início da postagem. Eu sinceramente acho que deve ser o máximo a pratica de rapel, no entanto, por ter que fazer todo o dia perderia minha motivação. Já eles, encaram o perigo com unhas, dentes e até mesmo com grande humor.
Acredito que só vivendo o que eles vivem, poderíamos naquele instante ver o que vale mais, a família que tem que ser sustentada ou a própria vida. Dura decisão a qual alguns se submetem diariamente. Mesmo que tenha segurança, vale lembrar que há também riscos e bem expressivos.
Nesse ponto deveria fechar a matéria, todavia quero convidar a você a pensar em algo simples, como a janela limpa de um alto edifício. E se pergunte, que valor temos dado as mínimas coisas? Será sempre preciso alguém mostrar em detalhes convincentes para cairmos na real? Já você que não se importa com isso, estaria muito ocupado com sua auto-imagem refletida em um espelho, que nada mostra a não ser um coração vazio?


