sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Despedida
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Devaneios contínuos
sábado, 30 de julho de 2011
Cartas de Jack Boy
domingo, 31 de outubro de 2010
Desejo Insaciável - III
Instantes de Alegria
"... Foram meses a espera desse momento, tudo que eu queria estava acontecendo, e o melhor, da forma que eu planejara em minha mente. Nesse momento comecei a perceber como era prazerosa essa sensação de vingança. Nunca havia sentindo tanto prazer como naquele momento, matar agora era algo que realmente valia a pena fazer, não importava ser um inocente ou delinqüente, o que importava era ver sangue, dor, súplicas...”
Logo que Anna me contou como eu estava, senti que era hora dela saber o que estava acontecendo, contei tudo, desde aquela noite até hoje, pedi para que ela não contasse ao nosso tio Drew, pois ele iria interferir nos meus planos, achando que fazer isso seria inútil. Até poderia ser inútil para ele, mas pra mim era algo bem útil, tratava-se de uma questão de honra e principalmente de vingança. Estava chegando a hora de ir para as comemorações, era o momento de colocar o meu plano em prática.
Ficar em um lugar onde eu possa ter uma recaída é muito irritante. Não poder morde ninguém, segurar o meu desejo por sangue, que chatice isso. Já não aguentava mais aquele lugar, precisava me alimentar, foi quando olhei para a porta e me deparei com a imagem dele, Jonathan Shelter, a pessoa que eu mais queria ver essa noite, era a hora de começar a fazer o que deveria ter sido feito a três meses atrás, a vingança estava próxima. A primeira parte do meu plano já estava sendo colocada em prática e ninguém percebia o que estava acontecendo.
Ver aquele sorriso me irritava, a cada minuto que passava meu ódio aumentava. Tinha que me acalmar e ao avistar uma bela garrafa de Jack Daniels me deixou mais tranqüilo. O garçom achou estranho eu querer a garrafa, dizia que não podia por nada trazê-la até mim. Babaca! Mal sabe ele na confusão que se meteu ao olhar em meus olhos. Foi muito bom poder sentar com minha garrafa de wisk e ver aquele idiota do garçom sendo xingado e não se lembrando de nada, mas o melhor era olhar para o centro da casa e ver Jonathan outro babaca caindo em minha emboscada. O sino da igreja tocou, já era meia-noite e estava na hora de me alimentar.
...To be Continued...
domingo, 26 de setembro de 2010
Desejo Insaciável - II
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Fragmentos
Não eram apenas folhas rasgadas... Era uma esperança que morria ali.
Todos já estão cansados de escutar que a vida não é legal, que a vida não é boa, que ninguém bate tão forte quanto a vida
domingo, 22 de agosto de 2010
Desejo Insaciável - I
sexta-feira, 30 de julho de 2010
I'll be there for you [Eu sempre estarei lá por você]
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Jack Boy - Desabafo
A vida parece girar cada dia mais rápida, mas de forma menos intensa. É como se eu cada vez menos me envolvesse, como se eu não vivesse totalmente, apenas uma leve parte indiferente. Mas afinal, não era isso que eu queria, apenas observar? Minha mente é confusa e meu olhar se perde nas palavras que vão surgindo instantâneamente na tela do notebook. Engraçado como começamos a ler e não obstante vem aquele desejo intenso de escrever algo, mesmo que você não faça idéia do que escrever. Exepcionalmente hoje as horas estão passando mais rapidamente do que o costumeiro, meu pensamento divaga e insiste em parar nos flashs dos momentos que passei com ela. Aquelas conversas sobre tudo e sobre nada, sobre coisas alheias, risadas compartilhadas, épocas de sorrisos sinceros. Será isso prazer em insistir em algo que não existe mais? Emendar momentos vivídos com aqueles que só existiram em meu mundo paralelo? Ah merda, cansei de me torturar pelas minhas limitações. Neste momento percebo que Vinícius de Moraes estava mais que correto quando escreveu o Soneto de Fidelidade, "quem sabe a solidão, fim de quem ama." Acho que é bem isso que ocorre mesmo. No fim das contas tenho plena conciência que meu erro foi o medo, a falta de coragem [covarde, ecoa a voz interior], o medo destrói as boas lembranças. A única certeza que eu tenho agora é que preciso continuar, se faz necessário persistir. Mas no momento que eu vivo, não tem poesia, conto ou crônica que me console. Deixo apenas escorrer o sangue, na esperança de me recuperar de mais um golpe, mais um...
Entre nós existe a distância de muitas palavras não ditas.