Algumas vezes pelas "andanças pela internet afora" geralmente encontro textos bem interessantes, alguns compartilho no twitter ou no facebook, mas alguns gosto de colocar aqui e registrar, como é o caso desse texto que li faz um tempo na Carta Capital.
"Em texto publicado no New York Times, Neal Gabler, da Universidade do Sul da Califórnia, argumenta que vivemos em uma sociedade na qual ter informações tornou-se mais importante do que pensar: uma era pós-ideias. Gabler é o autor, entre outras obras, de Vida, o Filme (Companhia das Letras), no qual afirma que, durante décadas de bombardeio pelos meios de comunicação, a distinção entre ficção e realidade foi sendo abolida. O livro tem o significativo subtítulo: Como o entretenimento conquistou a realidade.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Sonhos, Clichês e Uísque
Ideais embalados e guardados na mesma estante onde ficam os sonhos que são deixados para depois, não que se esteja desistindo, mas que a principio não se pode realizar. Assim como os planos, os sonhos têm momentos que ficam mais fáceis de tornar realidade. Na estante cabia um frasco perigoso chamado esperança, a qual muitos atribuem como a maior de todas as dores e o maior castigo de Deus.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Sobre o mito da caverna de Platão
Para quebrar esse hiato de posts por aqui no blog, vou postar parte de um trabalho de filosofia que fiz há exatamente um ano atrás. Ficou meio ruim, mas já serve para fazer quem ler pensar nem que seja só por uns instantes sobre o assunto.
Todo grande gênio quando lançou suas ideias inovadoras também foi chamado de louco e punido por ir contra tudo o que era verdade na época, só consultar a história para constatar isso. O mito representa de certa forma a sociedade, estamos todos acorrentados às leis antigas, todos muito acomodados para sair em novas buscas. Estamos todos conformados com o que já sabemos, acorrentados, assim como os personagens do mito. Quando algum indivíduo se levanta e resolve ir atrás de novos elementos, novas verdades ou qualquer coisa que quebre a rotina, todos o chamam de louco. Acredito que hoje em dia a perseguição não chega ao extremo de matar, como foi falado no texto, e que já ocorreu anteriormente. Mas chamamos de louco os que o pensamento se diferencia do nosso, chamamos de louco aquele quem vive de forma diferente dos demais.
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